As melhores posições para engravidar!


Infelizmente, nunca foram realizados estudos científicos nessa área. Foram registradas, no entanto, imagens de ressonância magnética de casais mantendo relações sexuais em diversas posições, o que esclareceu um pouco o que acontece dentro do corpo da mulher na hora do sexo.

Se formos nos guiar pelo bom senso, a posição papai-e-mamãe (com o homem por cima) seria a mais indicada, porque permite uma penetração mais profunda, colocando os espermatozóides mais perto da abertura do colo do útero. Há outras posições que poderiam aumentar as chances de engravidar (ou, no mínimo, combater o tédio na vida sexual), como a penetração vaginal por trás, com a mulher deitada de lado ou de quatro ("cachorrinho"). Nesse tipo de posição, os espermatozóides também são depositados perto do colo uterino.

Os 1os Rabiscos!


As primeiras tentativas de escrever do seu filho não vão se parecer lá muito com palavras ou frases. Mas esses primeiros rabiscos vão ajudá-lo a aprender as primeiras letras, daqui a um bom tempo.

A maioria das crianças consegue segurar um giz de cera e rabiscar num papel por volta dos 12 ou 13 meses. A partir daí, até algum momento entre os 2 e os 5 anos de idade, os pequenos ficam cada vez melhores em escrever e desenhar. Um belo dia, conseguem colocar algumas letras juntas e, depois, escrever o próprio nome.

Como acontece
Ao longo do primeiro ano de vida, a coordenação motora fina do seu filho se desenvolve gradativamente, o que o prepara para segurar um giz de cera (de preferência os mais grossos). O giz de cera é também uma boa opção por ser menos perigoso (menos pontudo) que o lápis comum. Canetinhas hidrográficas funcionam bem, mas aí o risco é para os móveis e as paredes da sua casa.

Aos 12 ou 13 meses, alguns bebês já conseguem rabiscar; se seu filho precisar de mais algumas semanas, também não há problema.

Pílulas anticoncepcionais não causam infertilidade nem dificuldade para engravidar!


Ao contrário do que muita gente pensa, tomar pílula por muitos anos não atrapalha a gravidez. É o que comprova um estudo americano

Simone Tinti


Quem nunca ouviu falar que a pílula anticoncepcional, se tomada por muitos anos, provoca infertilidade? Pois um estudo divulgado na revista científica Fertility and Sterility, veio comprovar justamente o contrário: os contraceptivos orais não influenciam na fertilidade feminina. Para chegar a essa conclusão, os cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, avaliaram uma série de pesquisas sobre o tema.

Como diz Valter Banduk, ginecologista do Hospital São Camilo, a crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar logo depois de parar com os contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. Mas isso não é verdade. “Muitas mulheres realmente têm problemas de infertilidade e só vão descobrir nesse momento. Nada a ver com a pílula”, diz.

Como prevenir uma gravidez de risco!


“As gestações de alto risco dividem-se em dois grandes grupos: aqueles em que a mãe adoece e aqueles em que o feto tem uma doença. As principais causas de uma gravidez de risco, de causa fetal, estão relacionadas com bebés pequenos (restrição de crescimento intra-uterino) e que estão em risco de falência orgânica. São bebés que não crescem por algum motivo”, explica a Dra. Njila Amaral da Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC).

Outros casos relacionam-se com o facto do bebé ter líquido amniótico a mais ou a menos. Qualquer doença que o bebé tenha (doenças do coração, doenças do rim, etc.), reflecte-se na gravidez.

“Por outro lado, algumas mulheres podem ter o colo do útero muito curto e pouco competente. Estas mulheres têm o risco de perder gravidezes consecutivamente. É uma gravidez que exige alguns cuidados, algumas técnicas cirúrgicas e alguns internamentos… Algumas grávidas têm uma placenta que está à frente da cabeça do bebé, em cima do colo do útero”, indica a Njila Amaral.

Patologias que complicam a gravidez

Posso Engravidar Amamentando?

A resposta é sim. Apesar da amamentação inibir o retorno da ovulação e conseqüentemente uma nova gravidez, até 15 % das mulheres que amamentam e não usam nenhum método contraceptivo engravidam

A pós o parto, a fertilidade fica diminuída, porém não abolida. Grande parte das mulheres que amamentam passa alguns meses sem ciclos menstruais, mas, até o quarto mês, metade delas já recomeça a menstruar, seja regularmente ou não, o que pode ser precedido pela ovulação e, portanto, permitir maior risco de uma nova gravidez. “Os cuidados contraceptivos para quem não pretende engravidar depois de ter tido bebê devem ser tomados desde o reinício da atividade sexual, aproximadamente após 40 a 60 dias do parto”, afirma o ginecologista e obstetra Silvio Halpern.

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