As temidas cólicas nos 1os meses do bebê!

Muito bom esses artigos sobre as cólicas nos bebês, acho que podem ajudar as mamães que estão com dúvidas sobre isso. Alê

Toda a verdade sobre as cólicas

Elas duram apenas três meses, mas para os pais e para o bebê esse tempo é uma eternidade e um suplício. Entender o que acontece pode acalmar você e a criança. Quatro pediatras feras respondem a dez perguntas cruciais e explicam por que ninguém precisa temer essa fase.

Como saber se estou ovulando? Métodos para Controle da Ovulação - 2a Parte!

Agora que você já leu um pouco sobre os métodos de controle mais 'caseiros', que falei no 1o artigo Fertilidade e Métodos para Controle da Ovulação - 1a Parte, vou continuar o assunto falando dos métodos de controle de ovulação que são solicitados pelo médico, que chamo mais técnicos, até pela complexidade de entendimento/interpretação, que só pode ser feito corretamente pelo seu médico. Isso porque não é uma interpretação de números, mas sim de vários fatores, como histórico médico, tamanho do ciclo menstrual, dia do ciclo que os exames foram feitos, método utilizado, ... Então vou falar de uma forma mais genérica, para tentar explicar um pouco toda essa linguagem técnica para vocês, vamos lá:

Como saber se estou ovulando?! Métodos de Controle de Ovulação!

Nesse post vou falar um pouco de uma das maiores dúvidas que as mulheres que tentam engravidar tem, "afinal, como posso saber se ovulo?!"



Como superar o medo após a perda de um filho e voltar a tentar!

Perder um filho é uma situação muito complicada para os pais, é algo realmente indescritível, que só quem passa consegue entender realmente o que se sente. É uma dor imensa e algo muito difícil de superar, aliás acho que nunca se supera completamente, apenas se aprende a conviver com ela. E depois de passar por uma experiência de perda, como superar pelo menos o medo e pensar em ter um outro filho?!

Muitos devem conhecer minha história e sabem que perdi meu filho em maio de 2012, aos 6 meses de gravidez. Logo que aconteceu não conseguia nem pensar na hipótese de engravidar novamente, não tinha condições de decidir se iria querer tentar de novo. Nesse momento de luto passam muitas coisas pela cabeça da gente, porque aquilo aconteceu, medo de acontecer de novo, um outro bebê não vai substituir o outro, culpa, … Enfim, tive que passar por meu luto primeiro, dar um tempo para conseguir me encontrar novamente, então decidi não pensar no assunto de um outro filho, pelo menos por algum tempo. Nesse período, o apoio da família, e amigos foi fundamental, principalmente minha filha, meu marido e minha mãe, que me mostraram que eu tinha que reagir, afinal eles estavam ali e precisava de mim. Fiz terapia, voltei para a academia, tentei me ocupar durante todo o período da licença maternidade (a grávida a partir de 20 semanas tem direito a licença, mesmo em caso de bebê natimorto) até retornar ao trabalho. E a medida que o tempo foi passando, naturalmente consegui perceber que eu queria ter outro filho, mas que ainda não sabia quando ia me sentir preparada para isso.

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