Clamídia: uma doença silenciosa, que traz riscos à fertilidade, à gravidez e à saúde!

A clamídia é uma doença sexualmente transmissível (DST), que pode trazer muitos problemas para nossa saúde, e, claro para nossa fertilidade. O pior de tudo é que ela, geralmente, é completamente silenciosa, segundo pesquisas, cerca de 75% das mulheres e 50% dos homens não tem sintomas aparentes. E, com isso, muitas pessoas só descobrem que tem ou tiveram a doença, quando começa a investigar um problema de fertilidade, por exemplo.
Pesquisando sobre essa doença, descobri que é uma infecção que atinge principalmente a uretra e órgãos genitais, mas também pode contaminar a região anal e até a faringe, ocasionando problemas pulmonares. Quando não tratada, a clamídia pode trazer problemas sérios à fertilidade, causando infertilidade tanto na mulher, quanto no homem. Na gravidez também traz riscos, pois pode ser transmitida ao bebê na hora do parto ou aumentar as chances de um parto prematuro.


Especificamente quanto à fertilidade, a clamídia pode causar:


- no homem, obstrução da uretra, impedindo a passagem dos espermatozóides, e também infecções, que podem causar a morte dos espermatozóides.


- na mulher, o maior risco é atravessar o útero e causar infecção nas trompas, causando obstrução e impedindo a passagem do óvulo, podendo também causar gestações ectópicas. Quando a clamídia danifica as trompas os danos podem ser irreversíveis, levando à indicação de fertilização in vitro.


Como descrevi acima, a maioria das pessoas não tem sintomas, mas quando existem os sintomas são:


- Na mulher: corrimentos vaginais, sensação de queimação ao urinar, dor abdominal no baixo ventre e na parte baixa das costas, sangramento após relação sexual, dor durante as relações, febre, tontura, vômitos e até câimbras;


- No homem: corrimentos no pênis, sensação de queimação ao urinar, coceira, dor e inchaço na região testicular.


O tratamento é simples, quando diagnosticado logo, utilizando antibióticos, mas o parceiro também deve ser tratado para evitar novo contágio e, durante o tratamento, o casal deve ter relações com preservativo.

A melhor forma de prevenir a doença é o uso de preservativo! Fique atenta e peça ao seu médico o exame periodicamente, principalmente se vc está tentando engravidar ou já está grávida.


Alê Nunes
Blog Da Fertilidade à Maternidade

P.S.: Gostou do post, então compartilha :), mas se for copiar cite a fonte, com link e a autora. É mais justo com quem pesquisa e escreve sobre o assunto para tentar ajudar. Obrigada, Alê

* As informações disponíveis são meramente informativas, os comentários respostas são informações leigas e não substituem a Consulta Médica!
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