Como o Hipotiroidismo pode afetar a fertilidade e a Gravidez!

Um problema hormonal bem comum hoje em dia, principalmente em mulheres em idade fértil, o hipotiroidismo é a diminuição dos hormônios produzidos pela tireóide.

O hipotiroidismo não tem cura, é preciso acompanhar e tratar sempre a partir do diagnóstico. Sendo que, quem desenvolve a doença pode apresentar sintomas como cansaço, desânimo, facilidade para engordar, aumento de pêlos e acnes, pele e unhas amareladas e/ou ressecadas, unhas fracas e quebradiças, perda de cabelos, problemas no ciclo menstrual, sensação de frio excessivo, intestino preso e problemas de memória.

Mas enfim, em que isso afeta a fertilidade ou a gravidez?!
Os hormônios da tireóide são fundamentais para o bom 'funcionamento" da fertilidade feminina, no caso do hipotiroidismo pode causar irregularidade menstrual ou falta de menstruação (amenorréia), falta de ovulação (anovulação) e galactorréia (produção de leite nas mamas fora do período de gestação ou lactação). Mas muitas mulheres nem sabem que tem algum problema, até que os exames de tireóide sejam solicitados, pois não sentem nenhum sintoma, apenas não conseguem engravidar.

Já na gestação, o hipotiroidismo não traz maiores problemas, desde que tratado adequadamente, caso contrário, pode trazer riscos de aborto, complicações durante a gravidez, como uma pré-eclâmpsia, problemas no desenvolvimento do bebê (cerebrais e/ou cardíacas), parto prematuro e morte fetal.

O diagnóstico é feito por exames de TSH e T4 (exames de sangue que avaliam os hormônios da tireóide), que são exames indicados entre os pré-gestacionais, e em caso de alterações, o médico solicitará exames complementares de acordo com a necessidade.

O tratamento indicado é a reposição do hormônio Tiroxina, conforme dosagem adequada a cada caso indicada pelo médico. Sendo necessário um acompanhamento periódico para controle e readequação do tratamento com exame de TSH. Na gravidez o acompanhamento deve ser feito a cada 6 ou 8 semanas, sendo que a dosagem do medicamento geralmente é um pouco maior, para que haja um equilíbrio hormonal adequado para o desenvolvimento do bebê.

É importante ressaltar que homens e crianças também podem desenvolver hipotiroidismo, por isso a avaliação médica é sempre importante, mas não é o foco deste artigo.


Alê Nunes
Blog Da Fertilidade à Maternidade

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* As informações disponíveis são meramente informativas, os comentários respostas são informações leigas e não substituem a Consulta Médica!
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