O inverno chegou: Dicas e Informações p/seu filho passar bem o inverno!


O inverno chegou, aqui no Sul principalmente a temperatura já mudou muito, então pesquisei um pouco sobre algumas dicas e informações e fiz um pequeno clipping com os artigos que achei mais interessantes.
Alê

Dicas
LÁBIOS: Os bebês babam muito, isto é normal, dentes nascendo e a falta de controle da saliva faz os pequeninos ficarem sempre babados. Nosso papel como pais é estar sempre com uma toalhinha e evitar que a roupa da criança fique muito encharcada, mas com todo esse processo de “baba e seca” os lábios podem ficar rachados no inverno, devido ao vento e a temperatura baixa. A melhor solução para o problema é passar protetor labial ou manteiga de cacau para manter os lábios hidratados.
BROTOEJAS: As brotoejas não são exclusividade apenas do verão, não! No inverno as mães costumam exagerar na quantidade de roupas, principalmente de lã, então as glândulas de suor ficam “entupidas” dando lugar a bolinhas vermelhas, principalmente nas dobrinhas dos bebês. Uma solução para este problema é vestir as crianças com várias camadas de roupas finas e ir tirando conforme a temperatura for aumentando.
PELE: É comum no inverno os bebês e crianças pequenas ficarem com a pele, principalmente do rosto, mais grossa e ressecada. Isso acontece devido ao contato direto da pele com o ar gelado e seco, provocando desidratação cutânea nos pequenos. A solução para a pele ressecada do bebê é não exagerar na temperatura da água do banho, usar sabonete e shampoo sem álcool e passar creme hidratante no rostinho do bebê cerca de 2 minutos após o banho, esses cuidados com crianças no inverno pode evitar dor de cabeça e idas frequentes ao médico por conta de resfriados e febres.
BANHO: Quando a gente é mãe as vezes fica com dó de dar banho nos pequenos nos dias muito frios e pensa em deixar passar achando que vai ser melhor pro bebê, que um diazinho sem banho não vai fazer mal… Tire isso da cabeça! O banho dos bebês deve ser diário! Para tornar o banho mais agradável mesmo nos dias mais frios, escolha o horário mais quentinho do dia, normalmente logo após o meio dia. A temperatura da água não pode estar muito quente, deve ser morninha. Aqueça o banheiro com um aquecedor para não causar um choque térmico no pequeno. Acelere os banhos dos dias frios, lave o bebê rapidinho e logo o enrole em uma toalha um pouco aquecida (por ferro elétrico ou secador).

HIPOTERMIA: A hipotermia é um assunto muito sério e pode levar a criança à morte, principalmente os recém-nascidos. Evite colocar o bebê em ambientes muito frios, procure vesti-lo adequadamente, colocar toucas pois cerca de 25% do calor do corpo do bebê se perde pela cabecinha, manter pés e mãos aquecidos com meias e luvas. Se notar as extremidades do corpinho geladas use um termômetro para verificar a temperatura do corpo, que deve estar acima de 36°, caso esteja a baixo leve o bebê para o hospital enroladinho num cobertor, com o rosto descoberto e com a barriguinha junto à sua, para transmitir seu calor à ele.
Com estes pequenos cuidados especiais com bebês no inverno essa estação será muito bem aproveitada como todas as outras. Procure fechar janelas e portas e evitar correntes de ar dentro de casa. Quando for passear com a criança certifique-se que esteja bem agasalhada, não mais que você, por menor que seja o bebê também sente calor. Cuide da pele do seu bebê como se tivesse cuidando da sua.
Fonte: http://www.mundodastribos.com/cuidados-com-criancas-no-inverno-dicas.html

Aumente a Imunidade do seu Filho
Junto com os agasalhos, lá vem preocupação. É só os termômetros baixarem a temperatura para as mães temerem pela saúde (link para Saúde Preventiva) das crianças. Sinais como coriza, espirros e tosse coitadinhos! - já são motivos para ficar em alerta. E não é para menos. O inverno castiga mesmo os pequenos e os deixa bem mais suscetíveis às doenças. 

"É a época que chamamos de período sazonal de favorecimento para infecções do sistema respiratório", alerta a pediatra Eliane Enriques Alfani, do Hospital São Luiz, de São Paulo. Existe uma maior concentração de pessoas em locais fechados, mais choque térmico, a poluição aumenta, o ar fica seco e as vias áreas ficam irritadas. O resultado é o organismo exposto a gripes, resfriados e ao desencadeamento de males como bronquite, asma e alergias. 

Efeito dominó na creche 
Boa parte das mamães já passou pela cena de ver o filho alheio espirrando na escolinha e pensou "Hum, amanhã será a vez do meu...". Na maioria dos casos é o que acaba acontecendo mesmo. "O contato com apenas um indivíduo adoentado é a principal causa do contágio de gripes", diz a pediatra. 

Aí vale cobrar o cuidado redobrado de professores e funcionários no lugar onde a criança passa a maior parte do tempo. Fazem uma baita diferença ações higiênicas como lavar bem as mãos, lavar objetos, como pratos, talheres, roupas e brinquedos, que são compartilhados, além de manter o local minimamente ventilado.

Para não passar pelo apuro de ter crianças baqueadas pelos cantos, confira abaixo algumas dicas que ajudam a reforçar a imunidade da garotada na estação mais fria do ano.

Barreira contra a gripe
Crianças com idade a partir dos seis meses de idade já estão liberadas para receber a vacina contra o vírus influenza (o causador da gripe), que atinge, principalmente, crianças e idosos. Segundo estudos realizados pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), os casos de complicações respiratórias, como pneumonia, aumentaram entre crianças de seis meses a 5 anos de idade.

"Já existem vários artigos científicos mostrando que a mortalidade de crianças saudáveis por complicações da gripe nesta faixa etária é semelhante a de crianças portadoras de doenças de base, como cardiopatias, asma e doenças renais", afirma Eitan Berezin, presidente do Departamento de Infectologia da SBP. 

No Brasil, o período do ano ideal para receber a vacina é por volta dos meses de abril e maio. Assim, a criança fica protegida desde o início do inverno. A dose da vacina deve ser renovada a cada ano. "O vírus sofre mutações e torna-se mais resistente, sendo necessário o desenvolvimento de um novo coquetel antigripe", diz a pediatra do hospital São Luiz.

Moradora da cidade de Curitiba (PR), região onde a temperatura atingiu 0,2ºC nas últimas semanas, a farmacêutica bioquímica Bruna Schmidt faz o que pode para espantar as desvantagens do frio paranaense e blindar a saúde da filha Júlia, 2 anos e 8 meses, que frequenta escolinha e apresenta um quadro de bronquite. "Júlia tomou a vacina da gripe em maio e não ficou doente nesta temporada. Mas ela recebe a vacina desde os seis meses e, de lá para cá, nunca pegou uma gripe forte", conta Bruna.

Comidinha superpoderosa
A proteína, das carnes, ovos e queijos, e as vitaminas, das frutas, legumes e verduras, não podem faltar no prato. A alimentação (link para Guia da Alimentação) rica e balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico das crianças. "É importante buscar os nutrientes em alimentos naturais e variados para não ficar só nas guloseimas industrializadas que, além de pouco nutritivas, também são calóricas", acrescenta Eliane.

A ingestão de vitaminas prescritas também são uma boa alternativa para dar aquela reforçada nos anticorpos. A pequena Julia Schmidt toma doses diárias de vitamina C (61) em gotas por recomendação da sua pediatra, embora a mãe, Bruna, não descuide do cardápio da garotinha. "Percebo que o fato de ela se alimentar muito bem, com uma grande variedade de nutrientes, evita que ela fique doente facilmente. E, quando acontece, ela consegue se recuperar muito mais rápido", diz.

Aos goles!
Vale água, sucos, água de coco, chás. Mas tem que beber bastante! Para manter o corpo das crianças hidratado, deixar as vias nasais umedecidas e evitar as irritações provocadas pelo clima muito seco dos dias frios.

Operação tira mofo
Ameaçou dar aquele friozinho? Hora de separar as roupas de inverno e cobertores para uma sessão limpeza e colocar a máquina de lavar para funcionar. "Depois de muito tempo guardadas, essas peças reúnem além da poeira, fungos e ácaros, que facilitam processos alérgicos", explica a especialista do São Luiz.

Bem quentinho
Corpo aquecido é corpo protegido. Pés descalços no chão frio, cabelo molhado ao vento e pouco agasalho nos dias frios nem pensar. Colocar um gorro no filhote antes de sair ao relento pode ser a salvação para o chororô de um possível resfriado. E, na hora do banho dos bebês, certifique-se que a água está quentinha e que não há correntes de ar frio no local para evitar choque térmico.


Fonte: http://www.minhavida.com.br/familia/materias/5171-aumente-a-imunidade-das-criancas-no-inverno

Doenças de Inverno

Rinite

É uma inflamação das mucosas do nariz. A doença aflige tanto adulto quanto crianças. Existem dois tipos de rinite: a alérgica e a não-alérgica. A rinite alérgica (a mais comum) é causada geralmente por alérgenos presentes no ar, como o ácaro, mas também pode ser provocada devido a reação alérgica, a produtos químicos, cigarros e remédios. A não-alérgica é geralmente causada por inflamação ou por problemas na própria anatomia das vias nasais.

Sinusite

É uma inflamação nas cavidades existentes ao redor do nariz, – os seios paranasais – geralmente associada a um processo infeccioso. As causas mais comuns que podem desencadear a sinusite são: virais, bacterianas e alérgicas. Essa doença é geralmente é dividida em aguda, que dura 4 semanas ou menos, subaguda, que dura entre 4 e 8 semanas, crônica, que dura mais de 8 semanas e pode perdurar por meses ou até anos, e recorrente, que são vários ataques de sinusite aguda durante um ano.

Asma

É uma inflamação crônica das vias aéreas, o que determina o seu estreitamento, causando dificuldade respiratória, tornando-as sensíveis a estímulos tais como alergenos, irritantes químicos, fumaça de cigarro, ar frio ou exercícios físicos. Esta obstrução à passagem de ar pode ser revertida espontaneamente ou com uso de medicações.

Pneumonia

É a inflamação e infecção dos pulmões, local onde ocorrem as trocas gasosas, causado pela por bactérias, vírus, fungos e outros agentes infecciosos ou por substâncias químicas. Na pneumonia os alvéolos se enchem de pus, muco e outros líquidos, o que impede o seu funcionamento adequado. O oxigênio pode não alcançar o sangue, e sem oxigênio suficiente, as células do corpo não funcionam adequadamente.

Diferenças entre Gripe e Resfriado

Ambas são virais, que afetam as vias aéreas superiores (nariz, laringe, faringe, etc), ocasionalmente acometendo as vias aéreas inferiores (brônquios e pulmões). Porém gripe e resfriado são doenças distintas. O Resfriado é causado por mais de 200 vírus diferentes, já a gripe é causada pelo vírus influenza. No resfriado a febre é rara, e a doença da cerca de 5 a 7 dias, já na gripe, em geral um dos sintomas é febre alta, durando 3 a 4 dias e a doença dura cerca de 1 a 2 semanas.
Patologia
Mais Comuns
Prevenção
doenças alérgicas
Asma brônquica, rinite, sinusites, e tosse crônica
Controle ambiental evitando pó, brinquedos de pelúcia e mofo
doenças crônicas de pulmão
bronquite crônica, enfisema pulmonar, asma brônquica e bronquiectasias
Parar de fumar é fundamental. Evitar ar condicionado.
infecções respiratórias
Gripe, resfriado, amigdalite, faringite, laringite, traqueíte,
Evitar fumaça de cigarro, poluição, pegar vento e resfriar os pés, tomar bebidas geladas. Evitar ar condicionado.
Crianças e adultos são mais comumente atacados por doenças nessa época do ano.
Crianças ficam em escolinhas e berçários, freqüentam e brincam entre si em ambientes mais fechados e estão com o sistema imunológico ainda em formação; e os idosos ficam no quarto ou em abrigos também mais fechados e apresentam seu sistema imunológico já “cansado”. Isso provoca maior propagação de gripes e resfriados.
A poluição também agrava os problemas de saúde. Entre os poluentes atmosféricos se incluem o monóxido de carbono, o ozônio, o dióxido de enxofre, os óxidos de nitrogênio e os particulados. Nos grandes centros urbanos, a poluição é visível: é só olhar no horizonte e ver um cinturão escuro.
As mães sempre nos alertaram para não pegar friagem. Para ter uma doença respiratória é preciso estar com a bactéria ou o vírus no organismo, mas se prevenir é sempre bom. O casaquinho ou a blusa leve é sempre um acessório útil, afinal ninguém precisa passar frio.
É praticamente impossível estar livre e imune às doenças respiratórias durante a vida, mas algumas dicas são freqüentes:
  • NUNCA fume, se fumar PARE hoje;
  • não use produtos químicos fortes na limpeza de casa;
  • evite locais com mofo, é importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias;
  • hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física;
  • nunca se automedique;
  • procure um médico em caso de qualquer tipo de crise respiratória.
Dr. Moisés Chencinski – Médico pediatra e homeopata.Fonte:  www.doutormoises.com.br


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