Chá de Bebê ou Chá de Fraldas: Dicas, decoração, brincadeiras, ...

Chá de bebê é um evento muito especial, pois permite que a gravidinha compartilhe com seus amigos e familiares a imensa alegria de estar esperando um filho e também auxilia muito no enxoval do bebê. Nessa festinha, a futura mamãe é paparicada por todos, e recebe muitos presentes e palavras de carinho. Tudo isso representa um apoio emocional importante.

Quando fazer?
A partir do sexto mês de gestação é o ideal, pois a barriga da mamãe já está bem visível e já se sabe o sexo do bebê. Não é aconselhável realizá-lo após o oitavo mês, pois a gestante se sente muito cansada.

Quem Organiza?

Cólicas fortes e dor durante a relação sexual podem ser sintomas de endometriose

“Doença que atinge de 10% a 15% das mulheres de todo o mundo e que pode dificultar a gestação.”

O útero é coberto internamente por um tecido chamado endométrio que cresce a cada mês sendo eliminado durante a menstruação. A formação de cistos e nódulos desta camada, fora do local correto, recebe o nome de endometriose. Estes focos aparecem com maior freqüência nos ovários, no peritônio (tecido que reveste a cavidade do abdome e da pelve), nos ligamentos que sustentam o útero e em outras áreas do abdome.



Engatinhar: uma conquista do bebê


Perigos de acidente, chão "sujo" com possibilidade de contágio de doenças, somado à maior demanda de atenção dos pais, vovós ou babás. Isso tudo está fazendo com que o engatinhar fique para trás. As crianças de hoje estão engatinhando menos do que as crianças de antigamente. O que é um retrocesso.

E para aumentar essa estatística nada boa, existem hoje no mercado várias cadeirinhas, cadeirões, chiqueirinhos, bebê conforto e carrinhos que deixam as crianças sentadas, enquanto os pais podem fazer o que quiser, pois o pimpolho estará lá, sempre sentadinho.

Agora o problema: Sally Blythe, especialista em desenvolvimento infantil, coordenou um estudo em que relacionou a falta de engatinhar com dificuldades em aprender a ler e escrever.

A especialista estudou 70 crianças de 8 a 10 anos divididas em dois grupos, um com crianças apresentando dificuldades na leitura e escrita, e o outro sem queixas no aprendizado.

Ao fim do estudo, percebeu uma diferença significativa: as crianças que não engatinharam ou engatinharam menos também andaram mais tarde e eram as crianças do grupo que apresentavam dificuldades no aprendizado.

Mas qual relação entre engatinhar e aprender outras questões necessárias? De uma maneira sucinta, o engatinhar representa um marco no desenvolvimento da criança e é um exercício motor importante.

A tentativa de “balançar o esqueleto”, mesmo que desordenadamente, estimula a coordenação visual para os movimentos que mais tarde a criança vai usar para ler e escrever, explica Sally.

Deixe o bebê “se virar” - Engatinhando a criança desloca os olhos similarmente ao momento de leitura e escrita. Dessa forma, o bebê é estimulado a construir novas ligações neurológicas envolvidas nessas funções, ajudando mais tarde na escola.

O uso excessivo dos artigos modernos que auxiliam os pais a tomar conta dos bebês são um dos vilões do engatinhar. Eles deixam a criança sentadinha impedindo que se movimentem e brinquem livremente com o corpo.

No chão, a criança aumenta o seu campo de visão e o seu equilíbrio, sendo mais fácil descobrir o mundo. Aprende a ter noção de espaço e distância. É uma ação ativa e não passiva como as crianças que ficam nas cadeirinhas. Além de tudo, ajuda alinhar a coluna, preparando a criança para ficar em pé e andar.

Precisamos saber também que o não engatinhar não é fator determinante para que a criança tenha dificuldades na escola. "Alguns bebês que não engatinharam acabam não tendo problemas, enquanto alguns que engatinharam poderão apresentar dificuldades", afirma a especialista.

Dicas

Pense na seguinte situação: seu bebê está em uma cadeirinha de rodinha e deixa cair um brinquedo no chão. Ele não terá a mínima chance de pegar o objeto, pois está preso. Ficará totalmente dependente, à espera de alguém para pegar o brinquedo. Péssimo para quem está na fase de descobrimento da vida e aprendizado.

Deixe brinquedos de diferentes cores, texturas e materiais no chão ao lado do seu bebê para que descubra as diferenças.

Não se preocupe se seu bebê não engatinhar. Cada bebê se desenvolve de maneiras diferentes e muitos não passam pela fase do engatinhar, mas precisamos estimulá-los.

Bruno Rodrigues

Fonte: Guia do Bebê

13 Dúvidas sobre Vacinas dos bebês!


Oi meninas, achei essa matéria no site do bebe.com.br e achei bem legal:

"13 dúvidas sobre vacinas infantis

Toda vacina é 100% eficaz. Reações indicam que ela pegou pra valer. Idéias assim povoam a cabeça de pais e mães. Mas o que teria fundamento? Nós tiramos a limpo 13 dúvidas mais comuns sobre o assunto

Por Cida de Oliveira

1. Existem vacinas que são 100% eficazes?
Não, não existem. Isso porque nenhum imunizante se comporta como uma infecção natural, causada por um micróbio propriamente dito. Considere que, mesmo que haja componentes vivos na fórmula, eles se encontram atenuados, isto é, enfraquecidos, e isso compromete parte da eficácia de ensinar o sistema imune a se defender de uma infecção de verdade.

Além disso, as chamadas falhas vacinais às vezes põem tudo a perder. Elas ocorrem, por exemplo, quando o imunizante não é bem conservado. Mesmo aplicado do jeito adequado, às vezes, com o passar do tempo, a quantidade de anticorpos induzidos pela vacina declina e a criança volta a ser suscetível à doença. Também pode ser que o organismo não responda de forma adequada à substância que foi inoculada — e isso varia de pessoa para pessoa. No entanto, como para toda regra há exceção, estudos demonstram que uma única vacina, aquela contra a hepatite A, oferece proteção total. Mas atenção: só após a segunda dose.

2. As vacinas contra catapora e tuberculose só protegem das formas graves dessas doenças?
É verdade. No caso da catapora, a proteção é de 95% a 98% contra as manifestações mais graves e de 70% a 90% contra as leves. E a BCG previne contra a neurotuberculose, que afeta o sistema nervoso central e pode matar, mas não contra o tipo pulmonar, felizmente bem menos letal hoje em dia. “O organismo dá conta de combater o bacilo na grande maioria dos casos”, tranqüiliza o infectologista Djalma Rodrigues Pinto Neto, membro da Sociedade Brasileira de Imunizações.

Essas vacinas não têm a capacidade de desenvolver uma memória imunológica persistente. Com o passar do tempo ela se perde. E aí são necessárias novas doses a cada dez anos. Mesmo assim, é imprescindível que os pequenos sejam vacinados. Embora estejam mais sujeitos às formas leves dessas doenças, podem transmitir as mais graves para outras crianças.

Dúvidas sobre a vacina Sabin

3. Contra a pólio a Sabin é mais eficaz do que a Salk?
Do ponto de vista coletivo, as gotinhas da Sabin representam a melhor opção por uma simples questão de saneamento básico. É que a criança vacinada elimina os vírus vacinais pelas fezes, ajudando assim a imunizar a população carente que vive no entorno e que não foi imunizada. Quanto à segurança individual, a injetável Salk leva uma ligeira vantagem: diminui ainda mais o risco da poliomielite vacinal, ou seja, a doença causada pelos componentes da própria vacina. Calma. A ocorrência é bastante rara também com as gotinhas. Então, nem pense em deixar de vacinar seu filho por causa de um risco remotíssimo.

4. A criança que vomitar no dia que receber a Sabin vai ter que ser vacinada de novo?
Isso só será necessário se houver regurgitação logo em seguida ou em menos de duas horas da ingestão das gotinhas. Esse é o tempo que os vírus vivos enfraquecidos do imunizante levam para viajar até o intestino, onde formarão colônias e provocarão a reação imune do organismo. “O vômito, mesmo não sendo um impedimento para a vacinação, pode sinalizar alguma doença e o pediatra deverá ser consultado”, recomenda o infectologista Djalma Rodrigues Pinto Neto.

5. A hexavalente, que imuniza também contra a pólio, não dispensa a Sabin?

Verdade. As gotinhas nunca são demais e funcionam como um reforço. Então, não deixe de atender ao chamado das campanhas antipólio realizadas pelo Ministério da Saúde. “Há cidades em que apenas 60% das crianças são levadas aos postos e a doença ainda não foi erradicada em muitos países”, alerta a pediatra Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.

Rubéola, meningite e caderneta de vacinação

6. Todas as vacinas contra meningite são importantes?
Sim — e como! Existem várias vacinas porque há vários tipos da doença. A BCG previne também a meningite tuberculosa. A tetravalente protege contra a meningite pneumocócica, causada pelo Haemophilus influenzae tipo b. E há ainda aquelas que barram a meningite meningocócica.

7. A vacina contra rubéola nem sempre funciona?
Não é bem assim. Quando a criança adquire a doença apesar de vacinada, pode ter havido a chamada falha vacinal (veja a questão número 1). Mas, diga-se, isso é muito raro. Também não descarte um diagnóstico errado. O médico pediu o teste de sorologia para tirar a prova dos nove? Se a resposta for negativa, já sabe: é para vacinar de novo.

8. Não é necessário antecipar a vacinação só por causa do surto de alguma doença?
Dependendo da doença, é melhor, sim, antecipar. É o caso da catapora, mais comum na primavera. Supondo que seu filho tenha sido vacinado há dois anos e ainda faltem 12 meses para o reforço, procure uma clínica. Antes, porém, consulte o pediatra.

9. Se a caderneta de vacinação sumiu, a criança vai ter que repetir as vacinas?

Antes de qualquer atitude, o infectologista Djalma Rodrigues Pinto Neto recomenda que os pais procurem o posto ou a clínica onde a criança foi vacinada e peçam uma segunda via da caderneta. Uma portaria do Ministério da Saúde obriga esses estabelecimentos a manter registros de todas as aplicações e fornecer o documento.

Caso haja dúvidas quanto às que foram tomadas — porque a criança mudou de cidade, por exemplo —, ela terá de ser imunizada novamente, sim. Mas sossegue, porque isso não fará nenhum mal a ela.

Reação, sintomas e efeitos colaterais

Reações ao imunizante são facilmente confundidas com sintomas de outras doenças?

De jeito nenhum. As reações normalmente ocorrem no local da aplicação, o que é muito fácil perceber. E a febre, quando aparece, é baixa e dura menos de 48 horas. Se ela chegar a mais de 39° C e se prolongar além de dois dias após a vacinação, aí, sim, é muito provável que o corpo esteja sinalizando um outro problema. Você já sabe o conselho de cor: procure o pediatra.

11. Quanto mais fortes as reações, mais protegida a criança está?
A eficácia não está relacionada à intensidade de sinais como febre, inchaço e dor no local da aplicação. Uma das características das vacinas mais modernas, aliás, é justamente oferecer maior proteção com o mínimo de efeitos colaterais.

12. Vacinas combinadas tornam mais intensos os efeitos colaterais?

Nada a ver. Ao contrário: mais modernos, esses imunizantes provocam menos reações do que os aplicados isoladamente. Os especialistas acham que são vantajosos. Afinal, uma única picada que protege contra quatro, cinco, seis doenças dispara as mesmas respostas positivas de uma vacina simples.

13. A primeira dose é sempre a mais importante. O reforço é apenas uma segurança a mais?
Mentira. Quando se pede o reforço é porque, no intervalo entre uma aplicalção e outra, o número de anticorpos tende a despencar. A cada dose o contato com o vírus ou com a bactéria da vacina aumenta as defesas do organismo até elas chegarem ao ponto ideal. Atrasar ou não cumprir o calendário pode comprometer todo o processo. Por outro lado, antecipar o reforço também não é recomendável. Segundo Isabela Ballalai, isso agride o sistema imunológico. Então, vacine seu filho sempre no tempo certo.
"

bjs,
Ale

Quero engravidar, e agora, por onde começo?!

Bom, baseada nos meus tempos de treinante, pelo menos 2 anos, em tudo que eu pesquiso sobre o assunto desde 2007 e minha experiência com o Blog Da Fertilidade à Maternidade, resolvi escrever algumas dicas básica para quem está começando as tentativas para uma gravidez. Então vamos lá:

1- Escolher um bom médico. Como saber se é um bom médico? Se o ginecologista pede exames hormonais, te indica ácido fólico e se mostra atencioso e profissional ao teu desejo de engravidar e as dúvidas que você coloca sobre o assunto. Fica disponível para que vc consiga encontrá-lo por alguma emergência, pois, pensando em quando vc engravidar, é muito importante que vc consiga entrar em contato com ele a hora que precisar. Outro detalhe, é que o médico precisa ser pró-ativo, não ficar achando que tá tudo normal sempre e não investigar nada.

O dia da separação: a primeira ida à creche!

Mamães de primeira viagem talvez não imaginam como fica seu coração depois de deixar seu filho pela primeira em uma creche. Mas não tem outro jeito. A licença-maternidade acaba e um sentimento ímpar de tristeza vem acompanhado de incertezas. Como vou deixar meu bebê tão pequenino numa escolinha?

Controlando o peso na Gravidez

Cautela e discernimento são palavras-chave quando o assunto é a orientação nutricional de gestantes e nutrizes. As restrições calóricas e protéicas - em defesa da boa forma da mulher - podem comprometer o desenvolvimento do feto e a amamentação. No caso de excesso, quase sempre o prejuízo é maior para a mãe.

Na verdade, o crescimento da demanda calórica na gestação não significa "comer por dois", mas sim uma suplementação calórica cerca de 10% superior ao valor recomendado numa dieta normal e fora do período de gestação e lactação.

Se a gestante pratica atividades físicas é ainda mais importante confrontar exercícios e dieta que permitam um equilíbrio calórico. Isso porque, quando as proteínas e gorduras da dieta são mobilizadas como fonte energética, o desenvolvimento intelectual da criança pode ser afetado.

Ao contrário, o abuso na ingestão de alimentos leva a ganho de peso. Os maiores riscos da obesidade adquirida durante a gestação são, sem dúvida, prejuízos estéticos. O excesso será acumulado em forma de gordura, depositando-se em todo o corpo, mas especialmente em regiões como a barriga, nádegas, coxas e seios.

O ganho de peso total desejável numa gestação normal é objeto de muita discussão e polêmica. Ao final dos nove meses, ele será em média de 11 quilos (ver tabela). Após o parto, numa gestação de evolução normal, quase 50% desse peso total será perdido. O restante é perdido de forma mais lenta pela regressão do volume uterino. Imediatamente após o parto o útero é aproximadamente 10 vezes maior que numa mulher não grávida. O peso ideal será alcançado dois ou três meses depois do nascimento do bebê.

As mamães que engordam além da conta terão mais trabalho para voltar ao normal. Exercícios, dieta e principalmente força de vontade serão básicos para deixar tudo no lugar novamente. E, depois de todo esse esforço, podem acontecer surpresas desagradáveis, como flacidez, gordurinhas localizadas e estrias de pele. Na teoria parece fácil. Mas hábitos alimentares e padrões de comportamento consolidados podem dificultar o processo.
Ganho de peso materno global numa gestação única:
Recém-nascido
3,0 Kg
Placenta, líquido amniótico e membranas fetais
2,0 Kg
Aumento do útero materno
0,9 Kg
Aumento dos seios maternos
1,4 Kg
Aumento do peso materno - proteínas
1,4 Kg
Líquido
1,4 Kg
Gorduras
0,9 Kg
Total
11,0 Kg

Fonte: "Gravidez e Lactação", Paulo Timóteo Fonseca - Ed. Vozes
Publicação: Junho 2001 - Edição: 9

bj,

Alê

Minhas dicas sobre enxoval

Bom, como sei que as futuras mamães tem muitas dúvidas sobre enxoval, resolvi escrever um pouco da minha experiência, colocando algumas dicas que pra mim são bem úteis.

Os bebês crescem rápido, então é bom variar bastante nos tamanhos tanto de roupas quanto de sapatos, pois eles crescem rápido. É bom ter umas 6 mudas de roupas de cada tamanho e depois ir comprando conforme a necessidade.

Tamanho RN não compre muito, pois se o bebê nascer com mais de 3kg vc vai usar por um mês no máximo, então umas 6 peças de cada item são suficientes (macacão, body, calça, meia).

Como funciona a Fecundação?!

Tudo começa no ovário, que é uma massa em ebulição lenta e constante. Dentro dele formam-se continuamente bolhas - os folículos dentro das quais amadurecem uns caroçinhos chamados oócitos (oo = ovo; cito = célula), que ao se desenvolverem transformam-se em óvulos. Folículo e oócito crescem lentamente, o primeiro um pouco mais depressa. Quando alcança o dobro de seu volume primitivo, o oócito começa a apresentar uma membrana espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O folículo que circunda o oócito cresce também e se aproxima da superfície do ovário, já então com o nome de folículo de Graaf. E o oócito dentro dele passa a chamar-se óvulo. Finalmente, como uma bolha pastosa, o folículo se rompe na superfície do ovário (mas não estoura) e libera o óvulo na cavidade abdominal (ovulação). O óvulo vagueia livre, circundado por material folicular que o acompanha e envolve como um chumaço: a coroa radiada, formada por uma aglomeração de pequeninas células).

Farmacinha Caseira! O que é importante?!

Para a sua tranqüilidade e para evitar correrias de madrugada em busca de uma farmácia, vale organizar uma listinha e ter estes itens sempre em mão.

• termômetro
• antitérmico para combater a febre (consulte o pediatra)
• tesourinha
• cotonetes
• bolsa de água quente
• álcool 70° (para desinfetar)
• água boricada
• solução fisiológica (para limpar os olhos, e, se necessário, desobstruir as narinas)
• conta-gotas
• vaporizador ou inalador (usar sob orientação médica)
• curativos aderentes, tipo band-aid
• água oxigenada
• gaze
• algodão
• esparadrapo (tipo microporo)
• pomada contra assaduras
• pomada contra picadas de insetos (informe-se com o pediatra)

Dr. Paulo Roberto Lopes, pediatra

Fonte: TopBaby

Quanto tempo vou demorar para engravidar?

É difícil dizer com precisão quanto tempo vai demorar para alguém engravidar. Apresentamos aqui, porém, algumas estatísticas que podem ajudá-la a ter uma idéia. Em condições normais, um casal fértil tem entre 20 e 30 por cento de chance de conceber uma criança a cada ciclo menstrual. Cerca de 85 por cento dos casais em geral consegue engravidar dentro de um ano mantendo relações sexuais frequentes, sem proteção. Metade do restante consegue a gravidez se continuar tentando por mais um ano. Isso quer dizer que alguns casais podem engravidar já no primeiro mês de tentativas, e para outros pode levar até dois anos para a concepção acontecer. E há a pequena parcela que demora ainda mais tempo.

Determinados fatores sabidamente têm impacto sobre a fertilidade. São eles:

Receitas para uma boa amamentação!

Amamentar não é um dom materno, que nasce com a mulher. Nem toda mamãe consegue amamentar seu filho sem alguma ajuda. E muitas, sem ajuda, desistem no meio do caminho. E como a amamentação hoje em dia é muito incentivada, mas não bem orientada, as mamães ficam com uma culpa enorme por não conseguir.

A mamãe sabe da importância do amamentar seu filho e o bebê sabe sugar. O problema está em juntar esses dois atos, principalmente quando o pequeno chora de fome. Quanto mais o bebê chora, mais a mamãe fica nervosa e mais difícil é amamentar.
Amamentação é um ato que deve ser aprendido, explica a fonoaudióloga Jamile Elias. A profissional dá dicas importantes para facilitar a amamentação e evitar problemas comuns nesta fase de vida.

A primeira delas é procurar um lugar tranqüilo para amamentar, onde mamãe e bebê possam se curtir ao máximo. A posição ideal para uma melhor amamentação é aquela em que o bebê abocanhe toda aréola do seio da mamãe. A posição normalmente mais fácil de fazer isso é aquela em que o bebê fica barriga com barriga com a mamãe, em que a cabecinha fica acomodada na volta de dentro do cotovelo da mamãe, facilitando também o contato olho a olho de mãe e bebê.

Se seu bebê já acorda berrando de fome, tente acordá-lo um pouco antes para que não chore de fome, dificultando a pega. O bebê estará mais calmo, abocanhará a aréola e nem mamãe e nem bebê ficarão estressados na hora da amamentação.

Segredinhos - Caso o bebê tenha o hábito de acordar com fome logo depois de ter mamado, como se não tivesse "comido", as mamães podem fazer o seguinte. Antes de dar o peito, esvazie-o um pouco para retirar o leite anterior que é constituído basicamente por água.
“É esse leite que mata a sede do bebê, por isso que um bebê amamentado somente no peito não precisa nem de água. Depois de esvaziado, o leite que ficará no peito será o posterior que contém mais gordura, matando mais a fome do bebê e o saciando melhor, oferecendo a ele um maior tempo de sono”, conta Jamile Elias.

Outro erro comum que não sacia a fome do bebê é mudar de peito sem esvaziar o primeiro completamente. Fazendo isso, o bebê toma todo o leite anterior de um peito e do outro peito. Quem não fica de barriga cheia depois de beber um monte de água? Mas a fome aparece rapidinho e é por isso que o bebê que acabou de mamar os dois peitos acorda logo chorando de fome. Deixe o bebê esvaziar todo um peito para depois oferecer o outro, assim terá certeza que o bebê mamou o leite anterior e o posterior.

Mesmo que o bebê não chore de fome, é bom esvaziar o peito um pouco antes de amamentar, principalmente se as mamas estiverem muito cheias, para o bebê abocanhar melhor toda a aréola. Quem consegue beliscar uma bexiga quando está completamente cheia? Se esvaziarmos fica mais fácil. É o que acontece com o bebê, abocanhar um peito muito cheio é mais difícil, assim o bebê abocanha somente o bico, machucando, e às vezes muito, a mamãe. Mamas pouco mais vazias são fáceis de abocanhar e toda a aréola ser pega, sem risco de machucar o bico.

Ainda há muitas outras dicas, mas já é um começo. Nunca dispense a orientação de seu médico ou de um especialista em amamentação, como um fonoaudiólogo. Esclareça sempre suas dúvidas.

Dicas

Nunca se culpe por não conseguir. Procure ajuda e verá que a amamentação ficará mais fácil.

Se as mamas estiverem muito cheias, evite banhos quentes. Prefira banhos mornos a frios.

Lembre-se sempre que o melhor alimento para o seu bebê até os seis meses é o leite materno.

Bruno Rodrigues

Uma leitura que recomendo:
http://www.leitematerno.org/index.html
http://guiadobebe.uol.com.br/amamentacao/index.htm

http://anunes.e-familyblog.com/

Preparo Pré-Concepsional para Gravidez!

É importante que o casal se prepare para a tão desejada gravidez. Esse preparo não só aumentará as chances de engravidar, mas também diminuirá o risco de complicações tanto para mãe como para o feto. Algumas recomendações:

Peso e nutrição


Lendo e crescendo: dicas de leitura para as crianças!

O caminho para a leitura começa na infância, quando as crianças passam a ter um gosto por palavras e por ouvir histórias, além de animarem-se ao contar momentos de sua vida para pessoas próximas. Os membros da família podem incentivar o prazer de ler através de atividades que fortaleçam esse interesse. Selecionamos algumas dicas para ajudar a tornar a leitura uma parte importante da vida da criança.

Converse com o bebê. Use seu rosto e voz para contar a ele coisas sobre o mundo e sobre ele mesmo. Escolha uma hora em que ele esteja calmo e alerta e comece a falar. Ele conhece o som e o ritmo da sua voz, já que a ouviu antes de nascer. Agora, ajude-o a relacionar estes sons com o mundo.

Repita o que o bebê diz. Devolva aqueles deliciosos sons que ele emite, pois está aprendendo que os sons podem fazer o mundo reagir e que as palavras têm poder.

Vejam juntos livros de figuras. A partir dos seis meses, apresente os livros como sendo excitantes e engraçados. Aceite a pouca atenção que ela irá dar: cada pequena interação estará criando amor pelos livros.

Não se preocupe se o bebê morder os livros. Crianças pequenas aprendem sobre o mundo usando as mãos e a boca. Use primeiro livros de capa dura. Se ela colocar os livros na boca não se preocupe. Logo ela vai perceber que existem coisas mais interessantes para fazer com eles, como olhar para as figuras por exemplo. Esse é o primeiro passo em direção à leitura.

Olhe, aponte e então diga o nome. Bebês e crianças iniciam suas vidas literárias aprendendo a virar a página, depois olhando as figuras de uma maneira geral. Em seguida, olhando-as à medida que são nomeadas, apontando-as e finalmente nomeando as figuras. Em que ponto seu filho está? Você consegue prepará-lo para a próxima etapa? Se ele não estiver pronto você não deve forçá-lo. Mas se estiver, pode ajudá-lo a seguir em frente.

Coloque um livro na mala. Enfie um ou dois livros de história na bolsa do bebê ou no carro para as crianças maiores. O hábito de preencher os espaços da vida com livros e sempre tê-los à mão ajuda a criança a vê-los como parte regular da vida.

Leia mais em http://anunes.e-familyblog.com/note/4400/lendo-e-crescendo-dicas-de-leitura.html

Da Fertilidade à Maternidade: Mais de 80.000 acessos!

Oi meninas, estou muito feliz com o retorno que o blog tem dado.

Em pouco mais de 3 meses, já são mais de 80.000 acessos, mais de 300 post, muitos comentários, contatos e dúvidas respondidas.

E o melhor de tudo é sentir que estou conseguindo ajudar outras mulheres e também tenho aprendido muito com todas as leitoras.

Obrigada e continuem me visitando,
bj,
Alê

Participe da Comunidade no Orkut 'Da Fertilidade à Maternidade!'

Oi meninas,

Resolvi criar uma comunidade para o blog no orkut, assim teremos mais um cantinho para nos unir, trocar informações, experiências e fazer amizade.


Participem!!!




bjoss,
Alê

Agora estou também no Twitter!

Oi meninas, 'seguindo a maré' agora também estou no Twitter pra quem quiser me seguir é:



bjokas,
Alê

Da Fertilidade à Maternidade!

Depois que enfrentei muitos problemas para engravidar, tive complicações no parto e enfrentei uma depressão pós-parto. Decidi criar um espaço pra dividir um pouco de tudo que aprendi como treinante, grávida, mãe, ...

Espero que gostem e que realmente possa ajudar de alguma forma.

Um Pouco da Minha História até aqui...

Minha História como Treinante!


Muitas já conhecem minha história, mas vou fazer um resuminho, tentei engravidar do meu 1o bebê por mais de 2 anos e meio. Quando parei o AC, em 2005, ainda preveni por um tempo pra depois decidir tentar. Meu ciclo até então era super normal, um reloginho, no que comecei a tentar, uns 5 meses depois q parei o AC, comecei a ter uns corrimentos marronzinhos, no início tudo bem eram 2 dias antes da monstra, só que isso foi aumentando até chegar a uns 10 dias antes. 

A minha GO na época dizia q era tudo normal, mas me deu o provera pois podia ser deficiência de progesterona, detalhe ela não me pediu exame. Bom, tomei e no fim meu ciclo desregulou de vez, porque o problema não era esse. 

Nisso já tinham se passado vários meses, então decidi procurar uma 2a opinião. Minha amiga Mê me indicou a Dra. Ellen, que benção! Ela muito atenciosa, me pediu diversos exames e me examinou, foi então q ela decobriu q estava com uma feridinha no útero, tratou e os tais corrimentos pararam. Com os exames ela viu q nem ovulando eu estava, então ela me receitou o indutor. Tomei por 5 ciclos e nada. Fiz a histero, tudo normal. 

Então, como de vez enquanto aquele corrimento teimava em aparecer ela desconfiou de endometriose. Em setembro/2006 fiz a vídeo e mais uma vez ela estava certa, tinha focos de endo no meu útero, ela cauterizou e me deu indutor novamente. 

4 meses se passaram e nada, foi então q ela decidiu me encaminhar pra uma especialista em reprodução, pois achava que tinha que se investigar melhor. 

A Dra. Helena olhou todos os exames e do meu marido e tudo normal, nos sugeriu o coito programado. Tomei o Clomid 100mg, antes sempre tomei indux, fiz o controle, tudo certinho, um folículo dominante, mas o endométrio ainda estava fino. Ela decidiu esperar ele reagir, não me dar medicação, e infelizmente ele não reagiu muito, acabei tendo um cisto e meu endométrio afinou tanto, q fiquei 3 meses sem menstruar. 

Aí ela me indicou tomar 1 ciclo de AC pra depois voltarmos ao tratamento. Terminei a cartela em abril/2007 e decidi q ia esperar, pelo menos mais um ciclo pra recomeçar o indutor, pra dar mais tempo pro meu organismo. 

Relaxei completamente, mal controlei q dia do ciclo era, namoramos quando tivemos vontade, acho q na semana fértil foram umas 3 x na semana só. Um único dia notei um mínimo de muco elástico na minha calcinha, mas muuuito pouquinho, depois mais nada. A única coisa que sempre cuidei, foi ficar deitada por uns 15 a 20 mins depois de namorar e colocava uma almofada embaixo dos quadris. 

Ah, faço yoga e reiki e lá no reiki nesse mês que engravidei me pediram pra tomar uma garrafinha de Água Inglesa, tomei 3x ao dia, sempre antes das refeições. Disseram que era pra ajudar meu organismo a se desintoxicar. Bom acho q funcionou mesmo.

Sintomas?! Bom, não senti quase nada, uns dias antes do dia da monstra comecei a ter uma coliquinhas, achava q a danada vinha, mas nada, com uns 2 dias de atraso veio umas gotinhas de sangue escuro, mal sujou, e no outro dia só um corrimento marrom clarinha, mínimo tb. Fiquei cheia de espinhas e gases, como sempre fico antes da monstra. Não senti nada nos seios, só notei uma veia mais azul. Minha barriga nos 1os dias estava meio dura, ficou um pouco dolorida até e inchada. Ah, e as coliquinhas iam e vinham, mas ficavam por uns minutinhos só e já passava. Não tive enjôo, só umas tonturinhas e meio q uma sensação de já estar satisfeita, mas como tava tomando remédio pra um problema no dente, achei q era por isso. 

Amigas, fui fazer o exame sem a menor expectativa, jurava q tinha desregulado de novo. Fui ver o resultado do exame só tarde da noite, tava preocupada pensando o que ia ter que fazer mais de tratamento. Quando olhei o resultado não acreditei, achei q tinha me enganado, só quando falei com a minha GO, santa Dra. Ellen, que me atende a qualquer hora, é que ela confirmou q era. Mesmo assim continuei com medo de acreditar, aí fiz um teste de farmácia com a 1a urina, Unitest, e em menos de 15 segundos estavam lá as duas linhas, super fortes. 

Bom, acho que a maioria já deve ter ouvido falar sobre o livro ou o filme "O Segredo", pois é ele fala sobre a lei da atração, que devemos pensar aquilo que queremos pra nós como já sendo uma realidade, devemos visualizar e sentir o que queremos, como se estivesse realizado. 

Pois é, resolvi aplicar isso, então depois do namoro aproveitava o tempo que ficava deitada e começava a imaginar os espermatozóides chegando ao óvulo e um conseguindo fecundá-lo, depois o óvulo descendo e se fixando, imaginei minha barriga crescendo e tb o dia que fosse abrir o exame e ver meu positivo, até meu bb nascendo, super saudável, mas imaginei de forma tão real que me emocionei como se já tivesse acontecendo. 

Fiz isso todas as vezes e, pode ser que não tenha nada haver, mas meu positivo chegou meninas. 

Então digo a quem está tentando, tente, visualizar todo esse processo, tente viver as emoções desse processo, porque pode ser que ajude tb vc a conseguir.

bjs,
Alê Nunes
Blog Da Fertilidade à Maternidade 

Escrito em  03/2008


Relato do meu 1o Parto!


Bom, no dia 10/01/08, lá pela meia-noite começou a sair meu tampão e senti algumas coliquinhas, liguei para a minha GO e ela disse que poderia levar até 7 dias para entrar em TP, mas qualquer novidade deveria ligar para ela. Na madrugada comecei a sentir contrações, só na parte da frente da barriga, que iam e vinham de forma desregular. Lá pelas 6hs da manhã liguei novamente para a minha GO e ela me disse que assim que as contrações ficassem mais fortes, ou seja eu não ia achar mais graça (tinha brincado com ela ao telefone), e regulares que devia ligar para ela de novo e ir para o hospital.

As contrações continuavam irregulares, mas as dores aumentaram muito e vinham das costas até a frente, as 9hs fomos para o hospital, cheguei lá com 3 dedos de dilatação. Minha médica chegou em seguida, uns 20 mins depois, me examinou e eu já estava com 6 para 7 dedos de dilatação, mas a anestesista se atrasou em outra cirurgia, e a essa altura eu já chorava muito de dor a cada contração. Sempre bom esclarecer que eu optei por fazer o parto com anestesia, não foi nenhuma imposição ou indicação médica.

Minha médica conseguiu uma anestesista substituta que me deu uma raquidiana e assim as dores aliviaram todas, só tinha a sensação da contração. Como minha dilatação estava super rápida, ela achou que apenas a raqui seria suficiente, mas infelizmente não foi, pois a Gi demorou um pouquinho para encaixar, aí as dores voltaram contudo, mas já na altura do quadril. A anestesista titular chegou e resolveu dar outra raqui, mas não adiantou muito, ou seja, até a Gi nascer, bem dizer sofri todas as dores do PN. Mas em seguida fui levada a sala de parto e mais umas 3 contrações e minha Gi nasceu, linda e saudável!

O pediatra colocou ela no meu peito chorando, eu comecei a falar com ela e ela se acalmou e abriu os olhinhos para me ver, foi uma emoção indescritível, um amor enorme e incondicional. Ela em seguida já se pegou a mamar no meu peito e batizou a mamãe com um xixi, rsrsrs.

Achei que tava tudo bem, mas vi minha médica falando que nunca tinha visto alguém com uma região tão vascularizada (cheia de veias) e pediu para as enfermeiras ficarem atentas, pois poderia acontecer um edema (espécie de bolha de sangue). Bom, dito e feito, uns 40mins depois comecei a sentir dor e dor, minha GO pediu para me levarem novamente a sala de parto. Ela teve que reabrir o corte, com anestesia local, pois pra minha 'sorte', mais uma vez o anestesista se atrasou, e drenar o edema. Quando ele chegou tive que tomar mais uma raqui, pois tinha me alimentado, só que com toda a dor e as outras 2 raquis q já tinha tomado não foi tão simples e ele custou a conseguir acertar a coluna, foram umas 10 tentativas, pelo menos.

No dia seguinte quando fui levantar, comecei a sentir uma dor na nuca que ia até a testa, foi aí que se constatou que estava com cefaléia (espécie de enxaqueca) pós-anestesia. Bom, aí tive q permanecer em repouso, só levantava para tomar banho e ir ao banheiro. No domingo tive alta, minha médica recomendou muito repouso, pelo menos por mais uma semana, só que quando cheguei em casa estava me sentindo bem e aí já achei q podia abusar, comecei a guardar as coisinhas dela, depois fui pro computador publicar as fotos, etc.

Pois é, aí a noite já comecei a me sentir mal, minha pressão subiu, eu me sentia zonza, com um zumbido na cabeça, as pessoas falavam e parecia voz de robô. Minha médica pediu p/ eu ficar em repouso absoluto e ir monitorando a pressão, só que os sintomas continuavam, então na 2a de manhã tive que me internar novamente.

Fiquei no hospital por mais 6 dias, em repouso completo e absoluto, não podia nem sentar na cama ou elevar o pescoço, comer e beber só deitada. Tive dores de cabeça intensas e além da cefaléia ainda foi diagnosticada uma contratura muscular na região da nuca, devido a força do parto, que tb dificultava a irrigação do cérebro.

Enfim, foram dias complicados, mas cada vez que olhava para a Gi agradecia a Deus pelo problema ser comigo e não com ela. Ela, alheia a tudo isso, parecia um anjinho, dormia, mamava.

Alê
Blog Da Fertilidade à Maternidade

Escrito em 26/03/2008

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