Posso Engravidar Amamentando?

A resposta é sim. Apesar da amamentação inibir o retorno da ovulação e conseqüentemente uma nova gravidez, até 15 % das mulheres que amamentam e não usam nenhum método contraceptivo engravidam

A pós o parto, a fertilidade fica diminuída, porém não abolida. Grande parte das mulheres que amamentam passa alguns meses sem ciclos menstruais, mas, até o quarto mês, metade delas já recomeça a menstruar, seja regularmente ou não, o que pode ser precedido pela ovulação e, portanto, permitir maior risco de uma nova gravidez. “Os cuidados contraceptivos para quem não pretende engravidar depois de ter tido bebê devem ser tomados desde o reinício da atividade sexual, aproximadamente após 40 a 60 dias do parto”, afirma o ginecologista e obstetra Silvio Halpern.

Síndrome dos ovários poliscísticos: Saiba quais são as 10 dúvidas que sempre estão presentes nos consultórios ginecológicos

A mulher que apresenta ovários policísticos produz uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade feminina. O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado com a ovulação. A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação.

A seguir, esclareço as dúvidas mais comuns sobre a doença:

1) Quais são os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos?
São as alterações menstruais. A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano. Outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente. Na verdade, a obesidade piora a Síndrome. Às vezes, a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas quando engorda, elas aparecem.


Prazer em Conhecer!


Quanto mais forte o vínculo que você estabelece com seu filho desde o ventre, mais independente ele vai crescer!!!

Vocês ainda não se conhecem pessoalmente, mas o coração do seu filho já bate mais rápido quando ele ouve o som de sua voz. Mesmo que você não seja do tipo que fala o tempo todo com a barriga, já está conectada a seu bebê desde os primeiros momentos da gestação.


Apesar de o vínculo mãe-bebê já existir antes mesmo do nascimento, ele só é desenvolvido de fato no momento em que os canais de comunicação são colocados em prática - o que acontece por meio dos cinco sentidos.


Hoje sabemos que, quando nasce, o bebê já é capaz de enxergar, de distinguir a voz e o rosto da mãe, de reconhecê-la pelo cheiro, de estabelecer com ela um contato olho a olho. Portanto, a maneira como você olha para o bebê e o segura, a forma como canta para niná-lo, tudo isto contribui para fortalecer o primeiro laço.

Fala: estimule corretamente desde o nascimento!

Que mãe não se derrete ao ouvir seu filho falar a primeira palavrinha ou as primeiras frases? A coordenadora pedagógica da escola Estilo de Aprender em São Paulo, Julia Souto Guimarães Araújo, explica que a participação da mãe nessa fase é muito importante, mas deve ser feita de maneira correta.

Ela destaca que a aprendizagem da fala se dá principalmente, por meio da apropriação da fala do outro. Portanto, para estimular a fala na criança, nada melhor do que conversar muito com ela. “Utilize a fala em diversas situações cotidianas, mostre-se interessada, ainda que sejam balbucios, mostre-se aberta para entendê-las e utilize outros recursos que possam fomentar a oralidade: conte histórias, ouçam músicas juntos, leia diversos livros”

Imunização contra tétano proporciona dupla segurança na gestação

Por: Redação Sempre Materna
Publicado em: 01/2008

Proteção que vale por dois. Todas as atitudes e comportamento praticados pela mulher na gestação e no período do aleitamento materno refletirão diretamente no bebê. Uma prova disso são as vacinas que beneficiam não só a futura mamãe como também o pequeno. A imunização contra tétano não é diferente. Segundo a infectologista, Dra. Rosana Richtmann, os anticorpos são transferidos para o bebê naturalmente através da placenta ou do leite materno.

“A vacina se destina fundamentalmente a prevenção do tétano neonatal, ou seja, o tétano que ocorre no recém-nascido oriundo de mães não devidamente vacinadas. Toda a proteção que o recémnascido recebe no seu início de vida é de origem materna”, explica a infectologista.

E Se um não quer ter filhos?!

Ela está toda prosa e faz mil planos imaginando o dia em que vai ser mãe. Pesquisa nomes, confere roupinhas e, antes mesmo de engravidar, já pensou em todas as providências para a chegada do bebê. E ele? Nem sinal de que deseja ser pai! Outras vezes, acontece justamente o contrário: o marido não vê a hora de estrear no novo papel, mas a mulher tem outras prioridades pela frente. A carreira precisa decolar, a relação requer alguns ajustes e até a casa ou o apartamento pedem uma reforma urgente. Enfim, nem sempre o desejo e a decisão de ser pai ou mãe nascem ao mesmo tempo para o casal.

Nem sempre é amor à primeira vista!

Meninas, li essa matéria na Revista Pais & Filhos e adorei, para mim é uma realidade para muitas mães. Leiam até o fim para entenderem o que essa mãe quer dizer.

bjs,

Alê

"Nem sempre é amor à primeira vista!

Para a blogueira Flávia Fiorillo, o sentimento de amor materno veio só dias após a filha nascer. Mas, quando veio, foi de uma vez



Eu olhava para aquele pacotinho dormindo ao meu lado. "Então é isso?”, pensava comigo mesma quando voltei para casa, saindo da maternidade. Eu nem imaginava que não, não era nada daquilo. O nascimento da minha filha foi, para colocar em termos leves, um desastre. Com isso aprendi que, mesmo que esteja tudo indo tranquilamente com o trabalho de parto, alguma coisa pode dar errado no último minuto. Minha filha já estava com a cabeça coroada quando se virou um tiquinho e ficou com o ombro preso. Três intermináveis horas depois ela só conseguiu sair com ajuda de fórceps.

Fertilidade: Quilos a mais ou a menos dificultam gravidez?!

Como tudo na vida exige um equilíbrio, no caso da gestação não é diferente. Poucas mulheres sabem, mas peso demais ou de menos pode ser um obstáculo na vida de quem deseja engravidar.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infertilidade é um distúrbio mais comum do que parece e afeta entre 15% e 20% dos casais no mundo.

De acordo com o ginecologista e obstetra Newton Busso, fundador do Projeto Beta de Reprodução Assistida com Responsabilidade Social e Professor de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o excesso de peso implica na produção elevada de determinados hormônios que podem interromper a ovulação.

Por que o pré-natal é essencial?


A importância do pré-natal baseia-se na premissa que tudo o que a futura mamãe faz, ou deixa de fazer, durante os nove meses de gestação, tem um grande impacto na saúde do bebê.

É por essa razão que é tão importante seguir à risca as recomendações médicas e fazer todos os exames recomendados pelo obstetra nos meses que antecedem o nascimento do bebê.

O pré-natal é o acompanhamento médico dedicado à gestante e ao bebê que tem como objetivo a prevenção, a orientação, o esclarecimento e o diagnóstico de qualquer alteração da saúde da gestante e/ou do bebê.

É durante o pré-natal que todas as dúvidas do casal serão esclarecidas, o que é muito importante, já que é possível descaracterizar alguns mitos que são muito frequentes neste período.

A dieta que dá barriga!


Pequenas mudanças na alimentação aumentam as chances de engravidar. É o que mostra estudo publicado no final de 2007 por pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos

Por Thais Szegö

Esperança e frustração — os dois sentimentos se mesclam a cada mês. O primeiro é alimentado dia a dia e acompanha a torcida para que a menstruação não dê as caras. O segundo é inevitável quando se nota que ainda não foi dessa vez que o sonho tão acalentado de engravidar se realizou. Passado um tempo nessa gangorra emocional, muitos casais correm para uma clínica de fertilidade. Vamos reconhecer: os tratamentos de fertilização assistida evoluíram um bocado e alcançam taxas de sucesso cada vez maiores. Mas, antes de apelar para essa saída mais radical — e, sem dúvida, mais cara —, talvez fosse o caso de mudar a dieta.

Essa é, ao menos, a sugestão de Jorge Chavarro e Walter C. Willett, autores de The Fertility Diet (“A dieta da fertilidade: um estilo de vida adequado para aumentar as chances de engravidar”, publicado no Brasil pela editora Campus-Elsevier). A obra é um projeto de fôlego da Universidade Harvard, onde a dupla trabalha, em parceria com outras respeitadíssimas instituições médicas americanas, como o Hospital Infantil de Boston, para citar apenas uma.

A investigação original com um grupo de mais de 18 mil voluntárias buscava, na verdade, elucidar a relação entre dieta e prevenção de doenças como o câncer e o infarto em mulheres jovens. Como boa parte delas revelou que estava tentando engravidar, os pesquisadores passaram a mirar esse foco — a fertilidade.

10 explicações sobre a infertilidade masculina

A infertilidade tira o sono de alguns casais.

Apesar disso, há ainda homens que a enxergam como um tabu. Antes, achava-se que somente a mulher poderia ser estéril e isentava-se a parte masculina dessa questão, mas isso tem evoluído e o homem também precisa ficar atento e realizar exames, quando o casal tem dificuldades de gerar um bebê.

Para esclarecer as dúvidas sobre o problema masculino, como causas e tratamentos, confira dez detalhes listados pelo médico urologista Oskar Kaufmann:

1) A infertilidade é a incapacidade de um casal sexualmente ativo, sem o uso de qualquer método contraceptivo, conceber uma gravidez no período de um ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Crianças com alergia alimentar exigem mudanças na rotina da família!

O problema, que atinge cerca de 7% dos pequenos, influencia até o planejamento das férias. Saiba que cuidados tomar antes de arrumar as malas.

Por Paula Desgualdo


Um trabalho divulgado no encontro anual da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia revelou que 68% dos 410 entrevistados definem o destino de suas viagens em função da doença do filho.

“Não dá para comer em qualquer lugar sem saber os ingredientes do prato e como ele foi preparado”, concorda Renata Cocco, alergista da Universidade Federal de São Paulo. Se você tem um caso de alergia assim em casa, veja que cuidados tomar antes de planejar as próximas férias:

Plano B: carregue um pequeno estoque de alimentos que seu filho possa comer. Talvez você precise deles quando não houver alternativa.

Primeiros socorros: jamais deixe de levar os medicamentos necessários para acabar com uma crise. Antialérgicos e até injeção de adrenalina não podem ficar de fora da mala.

Ajuda profissional: certifique-se de que existe um posto médico próximo ao local onde vocês se hospedarão, para o caso de uma emergência.

Estatísticas alérgicas
-8 alimentos são responsáveis por 90% dos casos de alergia alimentar: leite de vaca, ovo, soja, amendoim, nozes, trigo, peixes e mariscos.

-Aproximadamente 7% das crianças sofrem de alergia alimentar

-85% delas deixam de ser alérgicas antes de 7 anos

Fontes: Current Opinion in Pediatrics e Renata Cocco, alergista da Universidade Federal de São Paulo - Bebe.com.br

Diabete gestacional: um diagnóstico nada doce!

Por Rachel Campello


Excesso de peso, sedentarismo e uma dieta desequilibrada fazem mal em qualquer época da vida. Mas, quando essa indisciplina encontra a gravidez, o problema pode ser um pouco mais desagradável. Em algumas mulheres, esses hábitos errados provocam o diabete gestacional – quadro em que o organismo não produz insulina o bastante para assimilar todo o açúcar no sangue.

É possível controlar o diabete gestacional

Ele normalmente aparece por volta da 26ª semana, quando a placenta passa a produzir mais hormônios que levam à resistência à insulina, e se normaliza após o parto. O tratamento é importante para evitar que o bebê fique muito gordo (o que, ao contrário do que nossas avós pensam, não é saudável) ou desenvolva hipoglicemia ao nascer. “A maior parte das gestantes consegue controlar o problema fazendo uma dieta”, afirma o obstetra Marco Antônio Lenci, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Caso essa estratégia não funcione, é preciso apelar para exames de sangue semanais e o uso de insulina.

Prisão de Ventre em Bebês e Crianças!

Você já deve ter ouvido várias pessoas dizerem que estão ou que tem prisão de ventre. Mas saiba que as crianças e os bebês também sofrem de prisão de ventre  e  é muito normal você ver crianças se queixando desse problema ou até mesmo você reparar o problema no seu bebê. A prisão de ventre também é conhecida como constipação intestinal. Ela nada mais é do que a dificuldade que a criança ou a pessoa tem para conseguir evacuar. Essa prisão pode se prolongar por até alguns dias.


A boa notícia para as mães é que é muito difícil de um bebê ter prisão de ventre; mas isso não quer dizer que ele não vai ter. O normal é o bebê fazer cocô cerca de 10 vezes por dia até as primeiras seis semanas de vida. Depois disso a quantidade diminui e ele passa a fazer de 2 a 5 cocôs por dia.


Os bebês que mamam no peito, têm uma melhor evacuação e raramente terão prisão de ventre. O importante não é a quantidade de vezes que ele fará cocô, mas sim a consistência das fezes; se elas estiverem moles, não se preocupe, mesmo que ele fique vários dias sem evacuar.

O que é Pré-Eclampsia e Eclampsia?


A pré-eclampsia e a eclampsia podem ocorrer nos últimos meses da gravidez. Também conhecida como por toxemia gravídica, a pré-eclampsia se trata de um problema que ocorre em algumas mulheres durante a gravidez. Pode acontecer a partir do quinto mês, e com mais frequência durante a primeira gravidez de uma mulher, naquelas mulheres cujas mães ou irmãs tiveram pré-eclampsia.

Mas a causa precisa da pré-eclampsia ainda é desconhecida. Existem muitas teorias que se baseiam em que as causas podem estar relacionadas a fatores genéticos, alimentares, vasculares, neurológicos, etc., mas nenhuma delas chegou a confirmar-se. Normalmente a pré-eclampsia se reconhece pela hipertensão arterial, aumento de peso e proteínas na urina.

A eclampsia vai mais além. Trata-se de uma toxemia gravídica com convulsões. Um quadro mais agravado da pré-eclampsia. Ou seja, é quando a mulher grávida apresenta os sintomas da pré-eclampsia e chega a ter convulsões e outras reações mais preocupantes para ela e para o bebê que espera.

Verdades e mitos sobre a gravidez!



Para diminuir a preocupação das grávidas, a obstetra Mery Lubna, da Paraná Clínicas, de Curitiba, e o ginecologista Luciano de Melo Pompei, membro da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), de São Paulo, desvendaram seis mitos da gravidez.
1. Grávidas sentem mais calor
VERDADE – Em geral, a gestante tem menos tolerância ao calor porque os hormônios fazem com que haja um aumento da reserva de gordura no corpo, o que contribui para essa sensação térmica. Com a chegada dos dias quentes de verão, a grávida também transpira mais, o que facilita a perda de líquidos e sais minerais.

2. Comer chocolate durante a gestação provoca cólicas no feto
MITO – O consumo de grandes quantidades de chocolate provoca cólicas em recém-nascidos e não no feto, segundo alguns pediatras, mas essa opinião não é unânime. Portanto, as mulheres grávidas podem comer chocolate, desde que com moderação, devido ao grande valor calórico do alimento. A ingestão em excesso de doces em geral aumenta o peso e, conseqüentemente, o risco de desenvolver doenças como diabetes da gravidez e pré-eclampsia (pressão alta, edema e liberação de proteína na urina).

Amamentação e o momento de voltar ao trabalho!



Após quatro meses de uma rotina regrada de amamentação e convivência integral com o filho, toda mãe passa por um momento de expectativa e ansiedade na hora de voltar a trabalhar. Muitas vezes, é difícil dividir e conciliar os papéis de mãe e profissional, cuidar dos filhos e se dedicar à carreira. Em primeiro lugar, é importante saber que esse processo começa algum tempo antes do retorno ao trabalho.

É fundamental se programar e pesquisar creches e babás algum tempo antes do retorno à vida profissional. Desta forma, não há um “rompimento” afetivo tão drástico e a mulher se acostuma com a idéia de deixar o filho aos cuidados de outra pessoa. O bebê poderá levar algum tempo para se adaptar também, mas logo se habituará à sua nova rotina.

Minha História de Depressão Pós-Parto saiu na Revista Pais & Filhos!

Oi gente,

Acho que muitas conhecem a minha história e sabem que o meu pós-parto não foi nada fácil. Então encaminhei a minha história de depressão pós-parto para a Revista Pais & Filhos e ela foi selecionada, espero sinceramente que ajude outras mães a não passarem o que eu passei e as que possam estar passando, ter forças e procurarem ajuda. 

Leia aqui a matéria em PDF: https://docs.google.com/open?id=0By9N7lPNy03_aGxuTWJQcGRSZXFyUjI5S0NSVzZEUQ

bjs mil,
Alê

Os exames que você e seu companheiro devem fazer antes de engravidar!


Alguns exames são básicos para avaliar a saúde da mulher que pretende engravidar, como a sorologia para rubéola e toxoplasmose, glicemia, papanicolau e ultra-sons para diagnosticar possíveis malformações dos órgãos reprodutivos. Para o casal, os especialistas recomendam um hemograma (para verificar anemias, infecções ou inflamações), sorologia para hepatites, sífilis e HIV, e a tipagem sanguínea. É aconselhável que o homem se submeta a um espermograma para checar a saúde dos seus espermatozóides. Todos esses problemas podem afetar a chance de gravidez ou a própria gestação, mas, quando detectados antes, são resolvidos com vacinas e tratamentos. Outras atitudes são preventivas, como o casal parar de fumar (para a gestante não ser uma fumante passiva), e a mulher tomar ácido fólico antes e durante os três primeiros meses de gestação, além de estar com um peso adequado.

Não é só a saúde física que sai ganhando. A mental também. "A preparação para a gravidez me deixou muito mais tranqüila sobre os nove meses", conta a atriz Carolina Novak. Quando decidiu ter o segundo filho, Carolina tomou uma decisão séria: ela e o marido pararam de fumar. "Troquei os cigarros pelos exercícios, assim, além de não engordar, consegui emagrecer três quilos", lembra. Também foi ao dentista para ter certeza de que estava tudo em ordem - outra boa sugestão dos médicos. Um mês depois, estava grávida.

OS DEZ MANDAMENTOS DA MATERNIDADE!

Oi meninas, recebi por e-mail de uma amiga e achei muito legal, vms lá:


1 – Renunciarás a uma casa limpa
2 – Possivelmente, nunca mais terás uma conversa sem ser interrompida

3 – Aprenderás a fazer compra às pressas

4 – Não cobiçarás a vida social da próxima
5 – Agora deverás realmente honrar tua mãe e teu pai
6 – Não terás todas as respostas
7 – Não mais precisarás de um relógio com alarme
8 – Deverás fazer cinco tentativas frustradas até conseguir sair de casa
9 – Perguntarás a ti mesma o que fazias com teu tempo
10 – Saberás que tudo isso vale a pena

O Livro do Bebê Feliz

Gravidez Planejada: Ter ou não filhos um projeto de vida!

Eis uma questão onde a ambivalência de emoções está presente a cada dia, mesmo quando um dos parceiros diga que sempre fez parte de seus planos a maternidade ou paternidade. Em algum momento a dúvida se instala, os mais variados temores se manifestam e até se dá graças quando a gravidez não se torna real. Homens e mulheres vivenciam a mesma alternância de intensas emoções.



Desde que o mercado de trabalho evoluiu no sentido de oferecer melhores oportunidades de desenvolvimento e crescimento para a mulher, exigindo sua presença na participação do orçamento doméstico e familiar ou mesmo para assumi-lo completamente,ela está cada vez mais adiando o projeto da maternidade para um momento de maior estabilidade financeira e emocional.

Alergia ao leite x intolerância à lactose

Entenda as diferenças e o que fazer em cada uma das situações

Ana Paula Pontes

Não são todos os pais que sabem identificar alergia ao leite e intolerância à lactose. Embora o “culpado” seja o mesmo - o leite -, há diferenças entre os dois problemas.

A alergia ao leite é uma resposta imunológica do organismo à proteína do leite, que pode ser de vaca, de cabra, de búfala. Ou seja, o organismo entende essa proteína como um agente estranho que precisa ser combatido e desencadeia reações alérgicas, como: diarréia, urticária, sintomas respiratórios (como asma) e até febre. Há sintomas, como otite de repetição, infecções nas vias aéreas, urticária, que sugerem alergia à proteína do leite. Porém, só com exames e avaliação do profissional será possível diagnosticar alguma reação para então modificar a alimentação da criança.

“Esse quadro acontece principalmente quando as crianças são pequenas, deixam de tomar o leite da mãe, algumas vezes precocemente, e passam para outro leite”, diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. Isso porque o intestino da criança ainda não está preparado para receber esse tipo de proteína.

O que fazer quando a criança acorda à noite?! (1 a 3 anos)

Escrito para o BabyCenter Brasil

Por que meu filho sempre acorda no meio da noite?

As causas mais comuns para uma criança acordar no meio da noite são vícios de comportamento na hora do sono ou problemas de saúde. Não é raro que crianças absolutamente normais e saudáveis acordem durante a noite quando passam por etapas marcantes do desenvolvimento ou então crises de ansiedade da separação.

Cadê o Manual de Instruções? Manual do Choro!

Encontrar a solução para acalmar o choro de um bebê é missão para superpais!

Por: Redação Sempre Materna (http://www.semprematerna.com.br)
Publicado em: 07/2009



Primeiro acorda a mamãe, depois o papai e em seguida toda a vizinhança. O bebê não escolhe hora nem lugar para começar o berreiro. Basta sentir-se desconfortável em alguma situação e o bico começa a aparecer até se transformar no tradicional choro. Reação de todo ser humano, chorar é uma maneira espontânea de exteriorizar sentimentos, dores, aflições e alegria. Para os bebês é a única forma de comunicação a fim de expressar a fome, frio, medo, sono, entre outras necessidades.

Segundo o pediatra e neonatologista José Claudionor da Silva Souza, o nascimento pode ser considerado um trauma para quem só conhecia a vida intrauterina. “Até o segundo mês de vida, o RN chora bastante e está relacionado com a adaptação ao novo mundo e hábitos estabelecidos pela família.”

É Agressivo ou Está Agressivo??? - Eis a Questão! -


Todos os seres humanos (e inclusive os animais) trazem consigo um impulso agressivo. A agressividade é um comportamento emocional que faz parte da afetividade de todas as pessoas. Portanto, é algo natural.


No entanto, a maneira de reagir frente à agressividade varia de sociedade/Cultura, pois cada uma tem as suas leis (umas inclusive agressivas), valores, crenças, etc.. Alguns comportamentos agressivos são tolerados, outros são proibidos.


Nas sociedades ocidentais, bastante competitivas, a agressividade costuma ser aceita e estimulada quando esta vale como sinônimo de iniciativa, ambição, decisão ou coragem. Mas é impedida, reprimida ou punida quando identificada como atitudes de hostilidade, de sentimentos de cólera.


Confuso, não?!


"MEU FILHO É AGRESSIVO...!" Para cada um de nós esta frase tem uma conotação, um significado diferente pois determinado tipo de comportamento pode ser considerado agressivo para uns e não para outros.

Ovulação: o que é, quais os sintomas, dúvidas...

Você sabe dizer quando começa o seu período fértil? 
Conhece o que é hiperovulação? 
E após deixar de tomar a pílula, em quanto tempo estará pronta para engravidar? 
Pessoas com a síndrome dos ovários policísticos ovulam? 

Se você não sabe a maioria dessas respostas, é uma boa hora de se inteirar mais sobre o universo feminino e da reprodução. Você vai precisar dessa informações se estiver se planejando para uma gravidez e até mesmo para evitá-la!


Recém-nascido: Guia Prático para mamães de 1a viagem!

1. Por que o recém-nascido chora tanto?
O bebê chora porque quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos e por aí vai. É claro que, às vezes, o cansaço e a falta de sono podem fazê-lo perder a paciência. Mas lembre: essa é a única forma de expressão do pequeno. Se você perceber que está irritada demais, peça ajuda a alguém, tente sentar, respirar fundo e se acalmar. Tudo vai dar certo. Mesmo porque, a partir dos quatro meses, a tendência é que o pequeno chore menos.


2. O que posso fazer para aliviar as cólicas?

Bater não educa!


Não dá para banalizar a “palmadinha” como recurso de educação. Crescer ouviu pais e especialistas para traçar essa linha que separa o que pode-se imaginar como educativo da real agressão: é tão tênue que praticamente inexiste

Por Ricardo Ferraz

Albertina (nome fictício) perdeu as estribeiras quando viu a filha de 3 anos brigar com uma prima da mesma idade. Sem tentar conciliar o conflito, agarrou a criança pelo braço e saiu arrastando-a pela casa. O castigo aumentou quando Albertina percebeu que a menina havia feito xixi na calça. Passou então a dar palmadas nas pernas dela e a perguntar aos berros: “Por que você fez isso?”. Só parou quando a filha respondeu, apavorada: “Eu estava com medo, mamãe!”. A resposta desarmou a agressividade da mãe e transformou-a em dor, culpa, remorso e... raiva. Desta vez, de si própria. “Virei um monstro de quem minha filha tem medo. Sou o bicho-papão dela”, conta a auxiliar administrativa.

Gravidez: Incompatibilidade sanguínea entre a mãe e o bebê!

Existem muitas dúvidas e receio dos pais sobre esse assunto da incompatibilidade de sangue do fator RH entre os pais, então achei alguns textos médicos bem didáticos que acho que podem ajudar.

"Há diversos tipos sanguíneos e é por este motivo que as mães têm que ter um cuidado especial com os exames no pré-natal para descobrir que tipo de sangue que o seu bebê vai ter para que não haja incompatibilidade sanguínea.

Esse problema surge quando a mãe possui o fator sanguíneo Rh negativo e o seu bebê fator Rh positivo. Neste caso, se o sangue do bebê sair da placenta e entrar em contato com o seu organismo, você começa a produzir anticorpos que destroem o sangue do seu bebê ocasionando problemas sérios ao bebê.

O que aumenta o leite?


A mãe, a avó, tia, todo mundo vem com um ingrediente mais inusitado que o outro na hora em que esta pergunta aparece. É canjica, cerveja preta e até fubá, tudo indicado por uma mulher que diz que é tiro e queda. Mito ou verdade? Os tais alimentos que estimulam, ou parecem estimular, a produção de leite são chamados de lactogogos ou galactogogos. A verdade é que, se a mulher acredita que os ingerir vai ajudar, o leite acaba vindo. Funciona quase como um placebo mesmo. Segundo a consultora em amamentação Fabíola Cassab, os lactogogos são bem vistos porque dão segurança à mulher, e isso é o principal passo para a amamentação bem sucedida.

Claro, a mãe também tem de estar em um ambiente em que se sinta segura. Outro método bem eficiente para continuar tendo leite é continuar dando de mamar. Caso não seja possível mesmo amamentar, o médico pode receitar um medicamento com o princípio ativo cloridrato de metformina que estimula a produção da prolactina, um dos hormônios responsáveis pela produção de leite.

Fonte: Revista Pais e Filhos

Bronquiolite - Quando o ar não passa!

Essa doença ataca os pulmões e prejudica a respiração das crianças, principalmente nos dois primeiros anos de vida. Fique de olho: é no inverno que o mal aparece com mais freqüência.

Por Regina Célia Pereira

O nariz começa a escorrer, surge uma febre baixa e, para piorar, acompanhada de uma tossinha teimosa justamente na hora em que o pequeno pega no sono. Os sintomas até aqui são idênticos aos de uma gripe. Só que, além desses sinais, algo chama a atenção: um ruído semelhante a um miado. Quando esse quadro se instala, são grandes as chances de o problema atender pelo nome de bronquiolite. “Essa é a primeira causa de internação entre os lactentes”, diz a pediatra Sandra Vieira, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. E é bem agora, durante a temporada de dias frios — mais precisamente entre abril e setembro —, que a incidência de casos tende a aumentar.

Posso saber se engravidei pelo gráfico da temperatura basal?

Bom meninas, acho que essa é uma dúvida que paira na cabeça de muitas treinantes que usam esse método, então pesquisei um pouco sobre o assunto e achei essas informações:

Se a concepção ocorreu, a implantação (nidação) do embrião normalmente acontece entre 7 e 10 dias depois da ovulação, mas também pode ocorrer um pouco antes ou depois disso. E com isso existem alguns sinais que podem aparecer em seu gráfico da temp basal, que podem indicar uma gestação. Mas é importante salientar que todos eles podem ocorrer com ou sem gravidez. Você também pode ter engravidado e não ter nenhum destes sinais no seu gráfico. Não é possível afirmar que se o gráfico apresentar esses sinais há uma gravidez, mas eles são mais frequentes em gráficos de gravidez.

Alguns indicadores possíveis de gravidez são:

Sexagem Fetal: Curiosidade no início da gestação!


A evolução das tecnologias para o acompanhamento das gestações, garantindo uma gravidez com saúde para mãe e embrião, está trazendo uma nova realidade a obstetrícia. Certos de que a gestação é saudável, os pais agora focam sua expectativa em conhecer o sexo do bebê, com uma antecedência cada vez maior. Hoje a Determinação do Sexo Fetal é um exame simples, realizado através de uma amostra de sangue colhida da mãe, onde é possível analisar o DNA do feto e informar o sexo do bebê.

O pequeno questionário que se segue é composto pelas principais questões recebidas diariamente pelo CTN. Outras informações podem ser obtidas através de nossa Assessoria Científica ou pela Central de Atendimento.

Mamãe e papai também namoram!


É noite. Um casal feliz está no início de um momento super-romântico. De repente, o clima é totalmente cortado por um ou mais personagens simpáticos, e inconvenientes naquele momento: os filhos. Esta é uma situação que anúncios televisivos e filmes usam bastante por um motivo simples, ela acontece demais! Mas, segundo especialistas, não precisa ser assim.

"Cabe aos pais, e especialmente à mãe, se colocar e mostrar às crianças com carinho e firmeza que o papai e mamãe também são um casal e pessoas independentes dos filhos", ensina o psicólogo João Carlos Borsatto, especializado em atendimento a crianças e adolescentes.


Muitas mães, porém, sentem-se culpadas por trocar um pouco o papel de mãe pelo de mulher, e os filhos percebem esta culpa e passam a responder a ela, fazendo birra ou tendo ataques de raiva. Se a mãe e o pai consideram este processo normal, os filhos também vão aceitar bem mais facilmente , garante Borsatto.


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